18 de abr. de 2008

A MENSAGEM ENTENDIDA



Ontem escutei minha filha “ensinando” ao pai que a gente morre e nasce de novo, morre e nasce de novo, linda, fiquei toda orgulhosa, mesmo tendo parado com o evangelho no lar e a evangelização infantil, vi que ela sempre armazena o que passo pra ela no dia a dia, que podemos mesmo em casa levar palavras de Cristo, e o que temos da religião que gostamos e um dia seguimos. Que não precisamos ir à igreja, ou centro para orarmos ou ensinar os caminhos da evolução, que podemos cada dia um pouquinho, educarmos com as lições de Deus.
Tem um site que sempre acesso e tem cada mensagem linda, e esta aqui não me contive em deixá-la aqui, fiquei toda arrepiada, vem do site http://www.momento.com.br/, confiram:


A MENSAGEM ENTENDIDA

Patrícia sentiu seu mundo desmoronar quando, após onze anos de casamento, seu marido lhe anunciou que tinha dado entrada no divórcio e estava saindo de casa.
Seu primeiro pensamento foi para os filhos: o menino tinha apenas cinco anos e a menina, quatro.
As dúvidas a assaltaram. Será que ela conseguiria manter a família unida? Será que conseguiria transmitir-lhes o sentido de família? Será que, criando-os sozinha, conseguiria manter o lar, lhes ensinar ética, valores morais e tudo o mais que eles precisariam para a vida?
O importante era tentar. E ela tentou. Durante a semana, ela arranjava tempo para rever os deveres de casa, discutir a importância de fazer as coisas certas. Nos finais de semana, um programa infalível era levá-los para a evangelização.
Era importante alimentar os seus espíritos com as lições de Deus, Jesus, a Boa Nova.
E assim se passaram dois anos. Num dia das mães foi preparada uma homenagem muito bonita, no templo religioso. Falou-se a respeito da difícil tarefa de ser mãe e do reconhecimento que toda mãe merecia.
Finalmente, foi pedido que cada criança escolhesse, dentre as tantas flores que estavam em vasos enfeitados, uma para dar a sua mãe, como símbolo do quanto era amada e estimada.
Os filhos de patrícia se encaminharam até as plantas. Enquanto esperava, patrícia pensava nos momentos difíceis que os três haviam passado juntos.
Olhou as begônias, as margaridas douradas, os amores-perfeitos violetas e ficou a planejar onde plantar o que quer que escolhessem para ela. Com certeza, eles trariam uma linda flor, como demonstração de seu amor.
Todas as crianças já haviam escolhido as plantinhas e ofertado para suas mães, enquanto os filhos de patrícia continuavam a escolher. Pareciam levar a tarefa muito a sério, olhando atentamente cada vaso.
Finalmente, com um grito de alegria, eles acharam algo bem no fundo. Com sorrisos a lhes iluminar os rostinhos, eles avançaram até onde ela estava sentada e a presentearam com a planta que haviam escolhido.
Ela olhou estarrecida. A planta estava murcha, com aspecto doentio. Aflita, ela aceitou o vaso que os filhos lhe estendiam. Era óbvio que eles haviam escolhido a menor planta, a mais doente. Nem flor tinha. Ela sentia vontade de chorar.
Mas eles olhavam para a plantinha orgulhosos, sorridentes. Mais tarde, já em casa, patrícia não se conteve e perguntou:
Por que, em meio a flores tão maravilhosas, vocês escolheram esta flor para me dar?
Ainda orgulhoso, o menino declarou:
Mamãe, é que esta estava precisando de você.
Enquanto as lágrimas escorriam pelo seu rosto, patrícia abraçou seus dois filhos, com força.
Eles acabavam de lhe dar o maior presente de dia das mães que jamais poderia ter imaginado.
Todo o seu trabalho e sacrifício, ela reconhecia, não estava sendo em vão: eles estavam crescendo perfeitamente bem e tinham entendido a linguagem da renúncia e do amor.
***
Não existe uma forma de ser mãe perfeita, mas um milhão delas de ser uma boa mãe.
Esmere-se por ser uma boa mãe o bastante para seus filhos. Sensata para os transformar em homens de bem. Correta para lhes dar os exemplos de cidadania.
Digna para exemplificar a honra e amorosa para lhes falar das coisas que não perecem nunca e criam tesouros além da vida material.

Equipe de Redação do Momento Espírita com base no cap. Flores para o dia das mães, de Patrícia A. Rinaldi, do livro Histórias para aquecer o coração das mães, ed. Sextante.

11 de abr. de 2008

caso Isabella

Não consigo tirar este caso da minha cabeça, no início nem queria ouvir, mas foi impossível, pois diariamente tem notícias.
Quando penso que minha filha vai fazer a mesma idade dela, tão bonitinha quanto ela, também na expectativa de aprender a ler, nossa, sofro por essa mãe.
Que seja logo resolvido este caso, que achem logo o(s) culpado(s) por esta barbárie, para que o espírito dessa criança possa descansar e ter a paz merecida, assim como toda a sua família.

Sempre peça ajuda a Deus

Quando pedimos conselhos aos amigos, percebemos opiniões diversas, pontos de vistas bem diversificados, que acaba às vezes atrapalhando nosso caminho, não porque não gostam da gente, pelo contrário, tem pessoas que pensando em fazer o bem, mas por serem negativas ou pessimistas, acabam desvirtuando o que desejávamos fazer, então eu paro, e peço ajuda ao meu protetor espiritual (todos temos um), mas seja qual for a sua fé, concentre-se e peça, e veja os sinais que eles lhe darão, e se for pra acontecer o que esperava, vai dar tudo certo, se começar a dar tudo errado, é porque ainda não estava na hora pra ser realizado.

26 de mar. de 2008

Sem tempo pro Blog



Queridos amigos, ando sem tempo pro Blog, até pra mim também, o tempinho que me sobra, dedico a minha linda filha que fica muito tempo longe de mim. Quando aparece um tempinho a noite pra usar o computador, ela também quer utilizar, pois coloco vários joguinhos interessantes pra ela. Compreensível, não é?
A mente vai cansando, que fica até difícil buscar inspiração. Xô desanimo. Mas não deixem de ler as postagens anteriores, eu voltarei, beijos.

18 de mar. de 2008

14 de mar. de 2008

BBB também é cultura

Como disse nosso bbb Rafinha, a música da Maria Rita (Encontros e Despedidas) é meio espírita, e eu como espírita há pelo menos 10 anos também achei, lá no Centro que freqüento (CEHA-Centro Espírita Humildade e amopr) tem cada uma linda, vejam a música que o Rafinha falou como é linda:
Mande notícias do mundo de lá/Diz quem fica/Me dê um abraço, venha me apertar/Tô chegando/Coisa que gosto é poder partir/Sem ter planos/Melhor ainda é poder voltar/Quando quero/Todos os dias é um vai-e-vem/A vida se repete na estação/Tem gente que chega pra ficar/Tem gente que vai pra nunca mais/Tem gente que vem e quer voltar/Tem gente que vai e quer ficar/Tem gente que veio só olhar/Tem gente a sorrir e a chorar/E assim, chegar e partir/São só dois lados/Da mesma viagem/O trem que chega/É o mesmo trem da partida/A hora do encontro/É também despedida/A plataforma dessa estação/É a vida desse meu lugar/É a vida desse meu lugar/É a vida.

13 de mar. de 2008

Primeiro dever de casa a gente nunca esquece

É, hoje, dia 13 de março de 2008, a Ju com 4 anos, está no Jardim III, tão esperado por ela nas férias, tão vibrado em dezembro, quando disse que ela passou de ano. E agora, vibrando, e eu junto com ela, com seu primeiro dever de casa. E o mais importante pra mim é que ela me chamou pra ajudá-la, nossa muito legal, pena eu não ter feito formação de professores (normal,como se chamava) para ajudá-la melhor didaticamente, mas até que eu sei lhe dar bem com crianças, tenho “psicologia”, não a profissão, que eu sou mesmo é Administradora de Empresas, mas a psicologia infantil que toda mãe deveria ter.
Parabéns às professoras, aquelas que ensinam, alfabetizam, criam, divertem, dão atenção e carinho aos nossos pequenininhos.