10 de mar. de 2010

Predileções - caso Isabel de Viver a Vida

Que a Isabel de Viver a Vida é grosseira, pois a verdade dói principalmente cuspida dessa forma, todos nós sabemos, mas o que poucos conseguem captar é o porque disso tudo.

Os pais dela, a transformou desse jeito, são culpados sim, pois é de responsabilidade dos pais darem educação e amor e caso tenham mais de um filho, atenção igual para todos, pois nenhuma criança tem culpa dos motivos que a fizeram nascer.

Digo isso tudo porque passei por isso e sofri muito, muito mesmo por causa destes tratamentos diferenciados, tanto da mãe, quanto das minhas avós, mas acredito que se a minha mãe tivesse se colocado mediante as avós, nada terá acontecido. É difícil falar tudo isso aqui, mas posso dizer que foi muito sofrimento, o tratamento diferenciado que minha mãe dava a mim em relação à minha irmã mais velha sempre foi explicita e ainda é. Eu era ranzinza, era rebelde, era grosseira com as pessoas sim e muito e quem mais sofria era eu, o que me ajudou, foi eu ter encontrado pessoas que não toleraram esse meu jeito e me faziam sofrer mais ainda, por acaso foi aqui onde trabalho até hoje, mas foi em 1996 quando entrei, eram vários desentendimentos, até que por um fio não me colocaram uma camisa de força e uma amiga me levou para um centro espírita, onde se estuda a doutrina de Allan Kardec e me Transformei, visivelmente! E perdoei a todos, entendi os porquês através da reencarnação, mas jamais faria isso com minha filha caso viesse a ter outros, sou totalmente contra essas predileções, apesar de também entender que o primeiro filho é mais esperado, às vezes com situação financeira melhor, mas e o outro? E a criança? A mãe tem que pensar nos seus sentimentos, tem que amá-la, saber entendê-la, dar carinho, compreensão, ouvir todos os lados, mesmo sendo criança, criança entende, tem sentimento, guarda, sofre....

Eu nunca tinha razão, nunca era ouvida, não recebia carinho, era criticada e muito e até na frente de outras pessoas, o que acabava dando liberdade pras pessoas fazerem o mesmo, eu me virava sozinha, me defendia na rua, me tornei independente, é, os problemas enfrentados em casa ns torna forte para enfrentar os problemas da rua, tanto que minha irmã é dependente até hoje, com 40 anos, dos meus pais, não em tudo, mas em muitas decisões, é o dia inteiro ligando pra minha mãe. E esse problema me afastava da minha irmã, pois ela se sentia forte em casa e aproveitava da situação, mal começava uma briga ou uma discussão nossa, ela já chamava a minha mãe, e minha mãe vinha já me batendo, ou brigando comigo, nem querendo ouvir o que era, às vezes até ouvia, mas sempre defendia ela, seeeempre!

Pra finalizar, não estou dizendo que a Isabel da novela está correta com seu jeito revoltado, não! Mas estou alertando que tem um motivo dela ser assim e que a culpa é de sua mãe e também do seu pai, alertando aos que tem mais de um filho pra tomar cuidado, aliás, acho até que pode acontecer com quem tem só um filho e não o escuta, e defende o mundo e não o defende ou pelo menos o escuta a as suas versões na história. Assim como, tem muitas mães e pais frigidos que não dão carinho a seus filhos. É só um alerta!!! Eu já passei por isso!

AVATARIZE YOURSELF

7 de mar. de 2010

Pensamento abstrato

Essa vida tão comum


Com contas na cabeça

A rotina faz parte

O ideal é para poucos

O sobrenatural pra todos

Não tenho medo da morte

Mas prefiro estar por perto

Sempre descansando estou

Sem dinheiro nada faço

Amigos agitam

Liberdade? pra quê?

Se não posso estar em todos os lugares sempre

Minha vida é minha filha

Meu ar é ela

Planos?

Devo fazer

Mas só amanhã

HOJE?

É domingo!

25 de fev. de 2010

Vídeo sensacional ( Fatores Humanos/Autoconhecimento ) – Bom para quem faz atendimento ao Público


Depois que comecei a trabalhar com o público é que pude perceber a importância de quem está do “outro lado” ter mais paciência, mais compreensão e não descontar os seus problemas em cima de quem não tem nada a ver com isso e que às vezes se limita a fazer o que as normas do trabalho exigem. Por outro lado, claro que também quem faz o atendimento deve pensar a mesma coisa.

Com o passar dos tempos, então fui melhorando meu jeito de agir com o ser humano. E penso mais, se alguém tem algum problema, não serei eu a aumentá-los, pelo contrário, o que eu puder fazer para amansá-los eu farei, nem que seja só apoio psicológico mesmo, pois no trabalho temos regras a cumprir.

Mas e aquelas pessoas que se recusam a entender, que vem com 7 pedras na mão? Pior pra elas, ainda acho que não serei eu que vou piorar a situação e até correr riscos de trazer maiores problemas pra mim.

Então, na pós-graduação que enfim terminei em 2009, assisti a um vídeo sensacional, espero que gostem e que reflitam o quanto precisamos nos melhorar para fazermos um mundo cada vez melhor, pois se cada um fizer a sua parte, teremos um todo.
http://www.youtube.com/watch?v=Y5s2lwO9_KU&feature=PlayList&p=B0F5B217FA2E9EAC&playnext=1&playnext_from=PL&index=15